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<jats:p>OBJETIVO: investigar fatores associados à retenção de peso pós-parto. MÉTODOS: estudo de coorte com 104 gestantes recrutadas em uma Unidade Básica de Saúde no município do Rio de Janeiro, da 8ª a 13ª semana de gestação e acompanhadas até aproximadamente 55 dias pós-parto. As variáveis incluíram informações sócio-demográficas, econômicas, bioquímicas, antropométricas e reprodutivas. A retenção de peso pós-parto (diferença entre o peso pós-parto e o peso pré-gestacional) foi utilizada como variável dependente. RESULTADOS: a média de peso retido foi 3,2 kg ± 3,7 kg. As mulheres com ganho de peso gestacional (GPG) excessivo retiveram 5,0 kg ± 3,9 em comparação a 3,6 kg ± 3,0 em mulheres com GPG adequado e 1,4 kg ± 3,1 para as com GPG insuficiente. O GPG e o Índice de Massa corporal (IMC) pré-gestacional mantiveram associação significativa com a retenção de peso no modelo final. Observou-se que a cada quilo de peso ganho na gestação, quase 50% ficaram retidos no pós-parto (β = 0,494; p&lt;0,001) e a cada 1,0 kg/m² a menos no IMC pré-gestacional correspondeu a uma retenção de aproximadamente 150g (β = -0,149;p&lt;0,05). CONCLUSÃO: o GPG está positivamente e o IMC pré-gestacional inversamente associado à retenção de peso pós-parto. Orientações nutricionais sobre o controle do ganho ponderal podem ajudar a minimizar a incidência de obesidade entre mulheres no pós-parto.</jats:p>

Original publication

DOI

10.1590/s1519-38292010000200009

Type

Journal article

Journal

Revista brasileira de saúde materno infantil

Publisher

FapUNIFESP (SciELO)

Publication Date

06/2010

Volume

10

Pages

219 - 227